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Buddenbrook (Os) (rtp Nº 13)

Thomas Mann 

Colecção: Livros Leya/ Rtp

Editor: Leya

Ano de edição: 2017

Tipo de artigo: Livro

ISBN: 9789722060394

C.I.: 00000288698

Número de páginas: 784

Local edição: Lisboa

Idioma: Português

Encadernação: Cartonado

Prefácio: Encarnação, Gilda Lopes

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(Salvo ruptura de stock)

Preço: 10,00 €

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O livro por dentro

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Sinopse

Um extraordinário clássico da literatura.
A ascensão e a decadência de uma família.

Os Buddenbrook narra a ascensão e a decadência de uma família burguesa alemã através de quatro gerações. Mais do que a crónica em torno da vida e costumes dos seus personagens, este romance é a metáfora exemplar das contradições e dilemas de uma classe, cujo poder e domínio se constroem sobre a fraude, a hipocrisia e a alienação.
Ao mesmo tempo, como posteriormente acontecerá nos seus principais romances, Thomas Mann propõe e desenvolve o tema da arte como a instância privilegiada em que o homem pode reflectir sobre si, a sua época e o seu meio.

"Thomas Buddenbrook, o homem que, como Gerda relembra à cunhada, «passou a vida inteira a tentar que não se descobrisse um grão de poeira na sua roupa», acaba numa poça de lama e sangue.
«É uma ironia, e uma infâmia que o fim chegue
desta maneira!», observa ainda a mulher do senador."
Gilda Lopes Encarnação, in Perfácio

Sobre o Autor

PRÉMIO NOBEL DA LITERATURA 1929

Escritor de língua alemã, Thomas Mann nasceu em Lübeck, em 1875, numa família burguesa opulenta, domiciliada naquela cidade do Schleswig-Holstein. Era irmão do notável escritor Heinrich Mann e pai do historiador Golo Mann.

Os desejos de liberdade plena cedo o levaram a manifestar-se em favor do regime republicano e da democracia, dando provas claras desse seu liberalismo no romance Os Buddenbrook, uma análise psico-realista da burguesia decadente, que publicou em 1901, quando tinha apenas vinte e cinco anos, e que lhe conferiu considerável notoriedade no mundo da literatura. Neste romance aflora já claramente o jogo das antíteses, traço característico das suas análises psicológicas e psicossociais, como burguês e artista, vida e espírito, doença e génio, coletivo e individual, que vieram a tornar-se evidentes nos romances Tristão (1903), Tónio Kröger (1903) e Morte em Veneza (1912).

Tendo sofrido influência da filosofia de Nietzsche (1844-1900) e de Schopenhauer (1788-1860), Thomas Mann revela-se, de modo especial, como romancista de caracteres doentios e decadentes, e passa a ser considerado como mestre do romance psicológico e da novela psicológica.

No romance Montanha Mágica (1924) faz uma análise exaustiva do tempo que precedeu a 1.a Grande Guerra, numa Europa doente.

No romance Doutor Fausto (1947) volta-se para o tema da discórdia entre o espírito e a vida e leva a ação a desembocar na catástrofe do herói, em paralelo com a calamidade que pouco antes se abatera sobre o povo alemão.

Nas Confissões do Intrujão Félix Krull (1954) Thomas Mann expõe a sua velha dúvida relativamente à arte e revela a existência de traços comuns à arte e à intrujice.

Thomas Mann viveu em Munique, com pequenas interrupções de 1893 a 1933; saiu da Alemanha para a Suíça após a subida ao poder de Adolfo Hitler (1889-1945) e transferiu-se da Suíça para os Estados Unidos da América em 1938, passando, em 1944, a ter nacionalidade americana.

Recebeu o Prémio Nobel da Literatura em 1929 e o Prémio Goethe em 1949.

Morreu em Kilchberg (Zurique) em 1955, aos oitenta anos.

Thomas Mann é autor de uma obra literária vasta e rica, da qual fazem parte, além das já citadas, as seguintes obras: O Pequeno Senhor Friedemann (1898); Florença (1906); Alteza Real (1909); Senhor e Cão (1919); Mário e o Feiticeiro (1930); Da Próxima Vitória da Democracia (1938); Carlota em Weimar (1939); Esta Guerra (1940); A Alemanha e os Alemães (1947); O Eleito (1951); A Simplória (1953), entre outras.

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