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Cronovelemas

Mário de Carvalho 

Editor: Porto Editora

Ano de edição: 2017

Tipo de artigo: Livro

ISBN: 9789720030207

C.I.: 00000290039

Número de páginas: 256

Local edição: Porto

Idioma: Português

Encadernação: Brochado

Disponível entre 3 a 5 semanas (Sujeito a confirmação)

Preço: 15,50 €

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Sinopse

Cronovelema: primeiro, o tempo, chronos, os dias de hoje, mais coisa, menos coisa. Depois, tudo o que se acarta para a construção destas ficções e também se encontra ao escandir o vocábulo. Lá ressalta o novo e, logo, a novela.

De um lado, um jovem casal desavindo, a viver para as bandas do Lumiar e frequentador de certa Avenida de Roma, pondera sobre qual o destino a dar à tartaruga doméstica. O animal, sem nome, preguiça num aquário e a solução tarda, bem como o desenlace da dupla, a braços com o final iminente da relação.

Do outro lado, dois gandulos planeiam, estendem a rede e montam a urdidura.

Mas eis que o destino se intromete, hábil a turvar os planos e rasteirar os desígnios… e, claro, convém não esquecer o diabo, sempre atrás da porta, vigilante, dizem que até a rezar.

Sobre o Autor

Mário de Carvalho nasceu em Lisboa, em 1944. Licenciado em Direito, em 1969. Serviço militar interrompido por prisão em Caxias e, posteriormente, em Peniche, por actividade política contra a ditadura, ainda nos tempos de estudante. Exílio em França e Suécia. Regressa após o 25 de Abril de 1974. Exerce advocacia em Lisboa. Foi colaborador do Diário de Notícias. Estreou-se como escritor com Contos da Sétima Esfera (1981) e publicou, entre outras obras, O Livro Grande de Tebas, Navio e Mariana (1982), que recebeu o Prémio Cidade de Lisboa. O livro apresenta um relato fantástico e estrambólico, em que a realidade fantástica se torna mais convincente do que a verdadeira realidade. Outras das suas publicações são Paixão do Conde de Fróis, que recebeu o prémio Dom Dinis em 1986, Os Alferes (1989), Quatrocentos Mil Sestércios (1991), que recebeu o Grande Prémio do Conto da Associação Portuguesa de Escritores, Um Deus Passeando pela Brisa da Tarde (1994), que foi galardoado com o Grande Prémio da Associação Portuguesa de Escritores e Era Bom que Trocássemos Umas Ideias sobre o Assunto (1995).

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