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Noite (A)

Manuel António Pina 

Ilustrador: Ascenso, Abigail

Editor: Assírio & Alvim

Ano de edição: 2017

Tipo de artigo: Livro

ISBN: 9789723719758

C.I.: 00000290038

Número de páginas: 56

Local edição: Porto

Idioma: Português

Encadernação: Cartonado

Disponível entre 3 a 5 semanas (Sujeito a confirmação)

Preço: 14,40 €

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Sinopse

A Noite é uma peça de teatro de Manuel António Pina, que foi estreada em 24 de janeiro de 2001 no Teatro da Vilarinha (Porto), pela companhia Pé de Vento.

Como nos diz o autor na sua carta de intenções para a encenação, «A ação passa-se em três tempos, dominados pelos dois aparecimentos de Vénus no horizonte visível, ora como "estrela da tarde" ora como "estrela da manhã", isto é, pela morte e pelo renascimento: fim da tarde, dia (manhã) e, entre ambos, a imensa e estelar noite simbólica. O tempo cronológico exterior da ação é atravessado horizontalmente por dois tempos interiores: o tempo presente, o da narração […] e o tempo parado e intemporal da memória e/ou da imaginação […]. Os dois irmãos gémeos pretendem representar a duplicidade e contradição interna de cada homem: ativo/passivo, terra/céu, luz/obscuridade, matéria/espírito, realidade/sonho, esperança/medo. […] A Mãe é a segurança, a vida prática e quotidiana: a Terra. O Pai é a desmesura e o sonho, a imaginação criadora, a fantasia: o Céu. […]»

Realidade? Sonho? A resposta é a noite. Isto é, o teatro; isto é, a realidade e o sonho. A presente edição conta com ilustrações e design de Abigail Ascenso.

Sobre o Autor

Jornalista e escritor, Manuel António Pina jornalista e escritor. Abraçou a carreira de jornalista no Jornal de Notícias, onde passou a editor. A sua colaboração nos "media" também se distribui pela rádio e pela televisão. Autor de livros para a infância e juventude e de textos poéticos, a sua obra apresenta uma grande coesão estrutural e reflete uma grande criatividade, exige do leitor um profundo sentido crítico e descodificador."Brincando" com as palavras e os conceitos, num verdadeiro trocadilho, Manuel António Pina faz da sua obra um permanente "jogo de imaginação", tal labirinto que obriga a um verdadeiro trabalho de desconstrução para se encontrar a saída.
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